Entre vontades, desejos, proibições, poderes, retrocessos e sonhos, vivemos um mundo apoteoticamente insano. Aquecido pela ambição de uma raça (a humana) ansiosa por dominar além dos limites imagináveis por uma criança.
Nada é mais ameaçador do que a possibilidade de tornar-se realidade o desenho de uma nova ordem mundial baseada na cibernética. Um governo único, mundial: este é o interesse principal de poderosos do Vale do Silício que se associam a um capitalista, empresário faminto por dinheiro e poder, que se elegeu devido à fama como líder de um reality show.
Cientistas do clima, cientistas da sociedade e da política, economistas, físicos, entre outros especialistas: muitos alertam para o perigo de um domínio da humanidade por uma poderosa inteligência artificial. A corrida agora, numa guerra em um planeta superaquecido, é por meios tecnológicos de supremacia política e econômica. A espionagem de toda a população mundial por um grupo de poucos trilhonários se mostra um risco real e bem próximo.
O "relógio do apocalipse", criado por especialistas que se assustaram com o poder das armas nucleares, evidente com as ocorrências de 1945, marca a proximidade de um fim da nossa existência. Segundo este cronômetro, faltam apenas 89 segundos para o último dia do Homem na Terra.
Enquanto o mundo acaba, seguimos com uma hipernormalização de temperaturas extremas, de chuvas hipertorrenciais e desastres ambientais. A hipernormalização se mostra ainda mais cruel em relação à fome. A concentração de renda nas mãos de 1% de mais ricos no mundo, e da miséria de 45% da população mundial se mostra o maior perigo de tentar ser fiel a sua própria alma.
Corrupção, disputa por poder, sabotagem. A guerra também é informacional: quem fala a verdade? Não sabemos. As famosas e faladas fakenews tornaram-se matéria de investigação criminal aqui no Brasil. E o crime é por parte de alguém que deveria governar (e não conspirar). A luta é por isenção de punições severas para quem se interessa por atrair os radicalismos ao encontro de ideologias da classe dominante.
E a classe dominante, cada vez menor e mais poderosa, ilude-se com a possibilidade de outros planetas comportarem aqueles mais endinheirados, num futuro bem próximo. A ideia é habitar Marte, afinal a Terra está quase se desmanchando no Universo (se não explodir, derreterá em breve).
Enquanto isso tudo é cenário da vida comum e rotineira, eu sigo estudando para conseguir me sustentar, sigo lendo, escrevendo e praticando atividades físicas. Sigo as recomendações médicas, mesmo sabendo da incoerência de tentar viver uma vida normal neste planeta. Ignoro os interesses das Big Farma e sigo me medicando. Ignoro os interesses do Agro e continuo com minha dieta balanceada.
Apesar do fim iminente e eminente, a humanidade sobrevive, vivendo.
Tua resistencia está em lutar pela propria sanudade
ResponderExcluirSim. Com certeza!
ExcluirTua resistência está em lutar pela própria sanidade. Vai nos visitar na Feira agroecológica!
ResponderExcluirEm breve, passarei lá na Feira...
ExcluirOlá Luíza, concordo em parte em relação a distribuição da terra, pois a terra não vai acabar, mas sim a ou talvez a humanidade e logo renascerá outro, talvez do zero, talvez mais evoluída.
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